SÉrgio de iudícibus josé carlos marion elias pereira dicionário




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CUSTEIO MARGINAL. Método de custeio adotado por economista que considera como custos apenas aqueles que podem ser identificações ao produto. Também conhecido como custeio variável. Ver Custeio direto.

CUSTEIO META. Ver Target Costing.

CUSTEIO NORMALIZADO. Sistema de custeio que apropria os custos diretos a um objeto de custo por meio da(s) taxa(s) direta(s) real(ais) do custo, vezes a quantidade real de insumo, e rateia os custos indiretos com base na(s) taxa(s) orçada(s) do custo indireto, vezes a quantidade real do critério de alocação do custo.

CUSTEIO NORMALIZADO ESTENDIDO. Método de custeio que apropria os custos diretos a um objeto de custo por meio da(s) taxa(s) orçada(s) do custo direto, vezes a quantidade real de insumo (input), e rateia os custos indiretos com base na(s) taxa(s) orçadas(s), vezes a quantidade real do critério de alocação do custo. Também denominado custeio orçado.

CUSTEIO-PADRÃO DIRETO. Tipo de custeio do produto em que se calcula o custo da unidade acabada somando-se os custos das previsões-padrão dos fatores de produção, excluindo-se as despesas indiretas de fábrica fixas consideradas custo periódico, e sem considerar os custos realmente incorridos.

CUSTEIO PELO CICLO DE VIDA. Sistema que identifica e acumula os custos reais atribuíveis a cada produto, do princípio ao fim.

CUSTEIO PLENO. Método de Custeio que computa os custos diretos e indiretos, internos e externos da cadeia de valores. Também conhecido como custeio total e full cost.

CUSTEIO POR ABSORÇÃO. (1) Sistema de custeio que apropria todos os custos de produção (fixos e variáveis) ao produto. Alguns sistemas (como RKW) apropriam todos os custos ao produto. É o procedimento onde normalmente estão inclusos os seguintes itens: (a) custos de matéria-prima e de mão de obra direta; (b) desperdício normal de matéria-prima e custo da ociosidade de mão de obra, provocada para colocar as máquinas em condições de produção; (c) custos indiretos de fabricação (overhead); (2) Método de custeio derivado do PCGA ou PFC. (3) Um método de custeio que atribui todos os custos de manufatura, materiais diretos, mão-de-obra direta, CIF variáveis, e uma parte dos CIF fixos para cada unidade do produto. (4) Um método de contabilidade para custos de manufatura que debitam ambos custos fixos e variáveis do produto; também referido como método do custo total.

CUSTEIO POR ENCOMENDA OU ORDEM. Técnica de custeio utilizada quando ocorre uma produção sob encomenda. A peça essencial nesta forma de custeio é a “Ordem de Fabricação” ou “Ficha de Custo de Ordem”. É o procedimento pelo qual os custos são acumulados para cada ordem, representando um lote de um ou mais itens produzidos. Sua característica básica é identificar e agrupar especificamente os custos de cada ordem, os quais não são relativos a determinado período de tempo e nem foram obtidos pela média entre uma série de unidades produzidas, como nos custos por processo contínuo.

CUSTEIO POR OPERAÇÃO. Sistema de custeio híbrido aplicado a lotes de produtos similares. Cada um desses muitas vezes é uma variação de um único projeto e continua através de uma seqüência de atividades ou operações selecionadas (embora não necessariamente as mesmas). Dentro de cada operação, todas as unidades empregam idênticas quantidades de recursos.

CUSTEIO POR ORDEM. Ver Custeio por Encomenda.

CUSTEIO POR PROCESSO. (1) O ato de atribuir custos para uma unidade de atividade dentro da fábrica. (2) Técnica de custeio utilizada quando existe uma continuidade de produção de produtos ou unidades de produtos iguais ou bastante semelhantes. É o procedimento mediante o qual os custos são acumulados por fase do processo, por operação ou por departamento, estabelecendo-se uma média de custo que torna por base as unidades ali processadas ou produzidas. O custeio por processo é indicado quando o processo de produção é contínuo e se fabricam produtos homogêneos, tais como na produção de cimento, papel, petróleo, produtos químicos e outros semelhantes.

CUSTEIO REAL. Sistema de custeio que apropria os custos diretos a um objeto de custo, empregando a(s) taxa(s) real(is) do custo direto, vezes a quantidade real de insumo(s) do custo direto, e apropria os custos indiretos com base na(s) respectivas taxa(s), vezes a quantidade real do critério de alocação do custo.

CUSTEIO RETROCEDIDO (CUSTEIO BACKFLUSH). (1) uma abordagem simplificada para a contabilidade do fluxo de custos que usa pontos gatilho para determinar quando os custos de manufatura são atribuídos para estoques chave e contas temporárias. (2) O nome para o sistema de contabilidade usado com a manufatura Just-In-Time. Os custos não são “tirados” do sistema até os produtos serem completados e vendidos.

CUSTEIO VARIÁVEL. (1) um método de custeio que atribui apenas custos de manufatura variáveis aos produtos; estes custos incluem materiais diretos, mão-de-obra direta, e CIF variáveis. Os CIF fixos são tratados como um custo do período e são alocados no resultado no período incorrido. (2) Ver Custeio direto. (3) Sistema de custeio que apropria apenas os custos variáveis ao produto, tratando os custos fixos, como despesas de período.

CUSTEIO VIA PEANUT-BUTTER (PASTA DE AMENDOIM). Método de custeio que emprega médias amplas para apropriar uniformemente (distribuir ou equalizar) o custo dos recursos aos objetos de custo (como produtos, serviços ou clientes), quando estes efetivamente os consomem de modo desigual.

CUSTO. É o consumo de ativos na produção de bens e serviços.

CUSTO ABSORVIDO. Custo alocado à produção, segundo alguma forma de apropriação (rateio).

CUSTO ALOCADO. Associação de itens de custo a um segmento da organização conforme a causa, o benefício, a responsabilidade ou medida lógica.

CUSTO ANUAL EQUIVALENTE (CAE). O valor presente líquido do custo dividido por um fator de anuidade com o mesmo prazo do investimento.

CUSTO APLICADO. Applied Cost.

CUSTO ATRIBUÍDO. Custo considerado em registros contábeis e que não acarreta desembolso. Exemplo: inclusão de juros do capital próprio como parte dos custos operacionais.

CUSTO-BENEFÍCIO. Elemento de julgamento, muito importante em um sistema de informações, segundo o qual há determinadas informações contábeis cujo custo para evidenciá-la (tempo do pessoal da contabilidade, material, computador...) é maior do que o benefício que trará aos usuários (acionistas, administradores...) daquelas informações.

CUSTO COMUM. Um custo comum a todos os segmentos em questão, e que não pode ser clara ou praticamente alocado, a não ser por alguma base de alocação questionável.

CUSTO CONJUNTO. Custo comum a todos os segmentos em questão e que não é clara ou praticamente atribuível, exceto por alguma base de distribuição questionável. Também chamado custo comum.

CUSTO CONTROLÁVEL. (1) Um custo que pode ser diretamente controlado em determinado nível de autoridade administrativa, seja a curto, seja a longo prazo. (2) Qualquer custo originalmente sujeito à influência de determinado gerente de um centro de responsabilidade em um certo intervalo de tempo.

CUSTO CORRENTE CORRIGIDO PELAS VARIAÇÕES DO PODER AQUISITIVO DA MOEDA. Tipo de valor de entrada, talvez o mais completo conceito de avaliação de ativos, pois combina as vantagens do custo corrente com as do custo histórico corrigido. Os ativos são basicamente avaliados em determinada data a valores correntes (ou de reposição) e, em uma data posterior, os ativos da mesma entidade são também avaliados a custos correntes (de reposição), naquela data.

CUSTO CORRENTE DE PERÍODO. Refere-se aos fluxos de despesas derivados da expiração ou da utilização de ativos avaliados a preços correntes. É um conceito de custo corrente médio de período e não de custo corrente na data. As receitas nominais (históricas) usualmente são iguais às receitas correntes, já que independem de estoques, enquanto as despesas que dependem de movimentação de estoques e de amortização e depreciações de ativos não monetários não se equivalem em suas perspectivas nominal (histórica) e corrente. Exemplificando, se a depreciação de um ativo avaliado a custos históricos equivale a 5%, em um período, de seu valor histórico, a depreciação em termos correntes deverá levar em conta, como base de cálculo os valores correntes.

CUSTO CORRENTE DE REPOSIÇÃO. Método de avaliação de estoques a valores de entrada, salvo para produtos destinados à venda, em que alguma forma de valor de saída seria conceitualmente mais aceitável. Contudo, é a forma alternativa ideal para os demais inventários. Vantagens que alguns autores utilizam para defender o uso de custos correntes de reposição: (a) permitem o confronto de receitas correntes com despesas correntes; (b) é possível identificar as perdas ou ganhos pela manutenção de estoques; (c) estimam os valores correntes dos inventários no final do período se a firma estiver ainda adquirindo normalmente tais insumos e se não pudermos aplicar ou não forem aplicáveis os valores realizáveis líquidos; (d) superam falhas dos custos históricos, que se tornam defasados com o decorrer do tempo; (e) permitem aplicar a propriedade aditiva aos inventários; (f) se os preços tiverem sido obtidos de cotações correntes de compra, os valores são verificáveis e relativamente objetivos; (g) dispensam recorrer a alguma base presumida de fluxo físico dos bens, necessária nos métodos mais tradicionais, como PEPS, UEPS e Média Ponderada. As fontes básicas para averiguação dos custos correntes de reposição são, essencialmente: (a) pesquisa nos mercados; (b) pesquisas e cálculos baseados em registros internos da empresa; e (c) índices de preços publicados. Sendo a primeira fonte ideal de informação para obtenção dos dados correntes, desde que fossem satisfeitas as seguintes condições: o mercado existe; o mercado é livre; o mercado é competitivo; e o mercado é ativo.

CUSTO CORRENTE NA DATA. Custo corrente de aquisição de um ativo igual ao que estamos avaliando, no estado que se encontra. Se este valor não existir como um todo, será necessário calcular o custo corrente dos insumos contidos no ativo. Seu somatório será o custo corrente do ativo. A rigor, portanto, custo corrente pode ser diferente de custo de reposição, pois este incorpora mudanças tecnológicas ao passo que aquele não.

CUSTO DA CULTURA PERMANENTE. Ver Produção da Cultura Permanente.

CUSTO DAS MERCADORIAS VENDIDAS (COST OF GOODS SOLD). Custo referente aos bens ou serviços vendidos. Devendo ser especificado por setor na economia: (a) para empresas industriais o custo das vendas é denominado de Custo dos Produtos Vendidos (CPV); (b) para empresas comerciais o custo das vendas é denominado de Custo das Mercadorias Vendidas (CMV); (c) para empresas prestadoras de serviços o custo das vendas é denominado de Custo dos Serviços Prestados (CSV). Também Custo das Vendas.

CUSTO DE AQUISIÇÃO. (1) Investimentos: É o valor efetivamente despendido na transação. Pode ser por subscrição relativa de aumento de capital, caso em que é a quantidade de ações ou quotas ao seu preço de emissão, seja pelo valor nominal ou valor superior ao nominal (com ágio). Pode ser ainda pela compra de ações de terceiros, quando a base do custo é o preço total pago. (2) Imobilizado: São todos os gastos relacionados com a aquisição do elemento do ativo imobilizado e os necessários para coloca-lo em local e condições de uso no processo operacional da empresa. Assim, o custo de aquisição dos elementos do ativo imobilizado deve incluir: Bens comprados de terceiros; Bens construídos; Bens recebidos por doação; Bens incorporados para formação do Capital Social; Bens adquiridos através de contratos de Arrendamento (leasing). (3) Materiais e mão-de-obra valor despendido para obter materiais e mão-de-obra.

CUSTO DE ARMAZENAMENTO NA AGROPECUÁRIA. (1) Gastos efetuados quando o produto agrícola estiver pronto para venda, totalmente acabado, não devendo sofrer mais nenhuma alteração, ficando armazenado, esperando o momento certo para vendê-lo, quando o preço oscilar para cima. Esses gastos são normalmente tratados como despesas de vendas, no grupo de despesas operacionais, e não como custo do produto. Dessa forma, são considerados custos de período e não do produto; (2) No método de custeio pleno.

CUSTO DE ATENDIMENTO DE PEDIDO. Um custo de comercialização decorrente do esforço para se atingir um nível e uma combinação de vendas desejadas.

CUSTO DE CAPACIDADE. O valor econômico de todos os recursos necessários para manter um processo a um estágio específico de preparação para produzir sem desperdício.

CUSTO DE CAPITAL ANUALIZADO. O pagamento em dinheiro anual que tem um valor atual igual ao desembolso inicial.

CUSTO DE FALHA INTERNA. Custos em que se incorre quando um produto fora da especificação é detectado antes da expedição para os clientes.

CUSTO DE FATORES – O montante pago por empresas aos fatores de produção em compensação por seus serviços.

CUSTO DE OPORTUNIDADE. (1) É o rendimento alternativo máximo que se obteria caso o produto, serviço ou capacidade produtiva tivessem sido aplicados em outra alternativa; (2) O valor da segunda melhor alternativa de alocação de recursos, desprezada.

CUSTO DE ORGANIZAÇÃO. Conta do grupo intangível, de acordo com a lei das Sociedades Anônimas, classificável no Ativo Diferido, usualmente amortizada durante certo número de anos, de forma mais ou menos arbitrária. De acordo com a legislação, deverá ser no máximo em 10 anos. Também chamado de gastos de organização.

CUSTO DE PERÍODO. Ver Despesa do período.

CUSTO DE PREENCHIMENTO DE PEDIDO. Um custo de comercialização na armazenagem, embalagem, expedição, faturamento, crédito e cobrança e em outros aspectos similares das vendas de mercadorias.

CUSTO DE PRODUTO. Valor atribuído aos insumos contidos na produção terminada, porém mantida no estoque.

CUSTO DE PRODUTOS FABRICADOS EM CONJUNTO. Custos de dois ou mais bens fabricados com valores de venda significativos, que se produzem através de um único processo e não se identificam como produtos individuais até certa fase da produção conhecida como ponto de separação.

CUSTO DE REPOSIÇÃO. Custo incorrido pela empresa para repor em seus estoques os insumos ou produtos, consumidos na manufatura ou venda. Difere do corrente por abarcar mudança tecnológica.

CUSTO DE TRANSFORMAÇÃO. Conversion Costs.Custos de Conversão.

CUSTO DE VENDAS. Cost of Sales.

CUSTO DIFERENCIAL RELEVANTE. Ver Custo Incremental.

CUSTO DO CAPITAL. Capital Cost.

CUSTO DO PEDIDO. Custos com a preparação e a expedição de uma ordem de compra.

CUSTO DO PRODUTO. Soma dos custos apropriados a um produto, para um fim específico.

CUSTO DOS PRODUTOS VENDIDOS. Ver Custo das Mercadorias Vendidas.

CUSTO DOS SERVIÇOS PRESTADOS. Ver Custo das Mercadorias Vendidas.

CUSTO ESTIMADO. Custo calculado com base em parâmetros projetados de preços e volumes.

CUSTO EVITÁVEL. Os custos que deixarão de existir se uma atividade for modificada ou eliminada.

CUSTO FIXO. Um custo que, em determinado período e faixa de atividade chamada faixa relevante, não se altera em seu valor total, mas vai ficando cada vez menor em termos unitários com o aumento do volume de produção.

CUSTO HISTÓRICO. Método de avaliação de estoques e outros ativos a valores de entrada. Representa o valor de aquisição. Tipo de valor de entrada que representa o valor de troca atribuído a um ativo não monetário na data de sua aquisição, determinado por seu preço corrente. Ver Custo Original como Base de Valor.
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